Cientistas descobrem mistérios microscópicos da variante Omicron
A variante Omicron é parcialmente resistente à vacina Pfizer/BioNtech.
Keystone / Pablo Gianinazzi
Pesquisadores do Instituto Federal de Tecnologia em Lausanne (EFPL) usaram microscópios eletrônicos de alto desempenho para examinar a proteína spike da variante Omicron Covid-19 para uma melhor compreensão do porquê ela é resistente a certas vacinas.
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Scientists uncover Omicron variant mysteries using microscopes
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Os cientistas do Centro de Imagens Dubochet da EPFL (Dubochet Center for ImagingLink externo) produziram uma imagem da proteína spike do vírus original com uma resolução de 2Å – a mais alta já alcançada – que lhes permitiu olhar para átomos individuais.
Configuração da proteína ‘spike’ da variante Omicron em escala sub-atômica, produzida por pesquisadores da EPFL.
Keystone
“Agora podemos ver exatamente quais mutações permitem que a variante Omicron resista completamente à vacina AstraZeneca e à vacina Pfizer parcialmente”, disse o físico Henning Stahlberg.
Os microscópios eletrônicos do Centro estão entre os mais potentes do mundo. As imagens de alta resolução poderiam ajudar os cientistas a entender melhor como a proteína spike mutante se liga aos receptores celulares ACE2, que é o que permite que o vírus entre nas células humanas. Este conhecimento poderia então ser usado para conceber novas terapias.
A análise produzida pelos pesquisadores do Centro, que ainda não foi revisada por pares, foi publicadaLink externo esta semana em uma plataforma de acesso aberto, para que outros pesquisadores possam usá-la para suas próprias investigações sobre como essa variante, de espalhamento rápido, reage às drogas existentes.
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