No monte Rütli é proibido construir e você não vai encontrar nenhum centro de turismo ou loja de souvenir no famoso marco da Suíça. Todos os anos, no dia 1° de agosto, a bucólica paisagem vira palco de comemorações do dia nacional do país.
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Tenho bastante experiência como jornalista trabalhando na Suíça e gosto de produzir vídeos, artigos e podcasts sobre uma variedade de assuntos, recentemente focados em política e meio ambiente.
Nasci na Inglaterra, estudei direito na Universidade de Nottingham, depois me pós-graduei em jornalismo de rádio em Londres. Depois de trabalhar como jornalista no Reino Unido, e depois na Suíça de 1984 a 1995, voltei ao meu país para fazer uma pós-graduação em cinema na Bournemouth Film School. Desde então trabalho na SWI swissinfo.ch como videasta.
Esta colina à beira do lago – um lugar de peregrinação para os suíços – foi mantida mais ou menos como era em 1291, quando começou aqui a história suíça.
Este é o lugar onde os representantes das comunidades dos vales de Uri, Schwyz e Nidwalden se reuniram para declarar sua lealdade para com o outro contra a opressão dos senhores Habsburgos.
O juramento do Rütli foi visto mais tarde como um primeiro passo para a fundação da nação suíça.
Na história moderna, o comandante das forças armadas da Suíça, o General Guisan, fez um discurso histórico no Rütli, em 1940, conclamando o exército a resistir a qualquer invasão das tropas da Alemanha.
Nos dias de hoje, é proibido usar a colina para fins políticos ou comerciais.
Após uma intromissão de neonazistas nas celebrações do dia nacional, em 2005, foram criadas regras mais estritas para as manifestações no local.
(Julie Hunt, swissinfo.ch/SRF)
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