“Sob o princípio de igualdade de tratamento na lei de neutralidade, a Suíça não pode concordar com um pedido de transferência de material de guerra de origem suíça para a Ucrânia enquanto este país estiver envolvido em um conflito armado internacional”, disse uma declaração do governo na quinta-feira.
O gabinete estava respondendo a uma carta da ministra da defesa alemã Christine Lambrecht, datada de 21 de outubro, pedindo permissão para enviar 12.400 munições de fabricação suíça para a Ucrânia, para uso em tanques antiaéreos Gepard que a Alemanha enviou para ajudar o país na guerra contra a Rússia.
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Relatório: Alemanha pressiona a Suíça a reexportar munições de tanque para a Ucrânia
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A Suíça enfrenta a pressão da Alemanha para rever seu veto sobre a reexportação de munições de tanques de fabricação suíça que Berlim quer enviar para a Ucrânia.
A reexportação das munições de 35 mm, originalmente fornecidas por empresas suíças ao exército alemão décadas atrás, já foi descartada pelo governo suíço em abril. Em junho, o governo confirmou sua posição de não fornecer armas – seja diretamente ou via reexportação – para zonas de conflito.
A Suíça neutra exige que os países que compram armas suíças busquem permissão para reexportá-las. De acordo com a lei suíça, as exportações de material de guerra devem ser recusadas se o país de destino estiver envolvido em um conflito armado internacional.
A situação legal “permanece inalterada”, disse o governo suíço na quinta-feira.
O executivo reiterou seu compromisso com a paz e a segurança na Ucrânia, referindo-se a um novo pacote de ajuda financeira de 100 milhões de francos suíços anunciado ontem para o país.
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