A fundação sem fins lucrativos fala com cerca de 700 crianças e jovens todos os dias, o que é muito mais do que durante o primeiro ano da Covid-19, anunciou na segunda-feira (15).
Cerca de 1% dessas chamadas (cerca de sete por dia) diz respeito a jovens que pensaram em suicídio, enquanto outros se feriram de alguma forma.
Quase metade das pessoas que entram em contato com a Pro Juventute dizem ter sofrido assédio sexual pela internet.
Nem todos os problemas podem ser atribuídos à pandemia. Outro tema importante das consultas (23%) diz respeito às escolhas de carreira, com muitos jovens reclamando de “exigências excessivas e estresse”.
“Os problemas que agora são visíveis não são apenas uma consequência direta da pandemia, mas de anos de negligência na área da saúde mental de crianças e adolescentes – apesar de muitos sinais de alerta”, afirmou a fundaçãoLink externo. “É hora de levar a sério os problemas das gerações futuras e investir mais recursos para lidar com eles”.
A fundação pediu mais fundos para apoiar seu serviço de aconselhamento 147.ch.
Mais de 300.000 crianças e jovens e quase 140.000 pais na Suíça se beneficiam dos serviços da Pro Juventute a cada ano.
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