Mas no início deste ano, a mídia suíça noticiou que a proposta não estava sendo vista favoravelmente pelos membros. Por esta razão, os diretores da EXIT decidiram abandonar a proposta.
“Devido à resistência, a diretoria da associação decidiu manter inalterados os atuais requisitos de associação”, disse o vice-presidente da EXIT, Jürg Wiler, em uma declaraçãoLink externo.
Apenas cerca de 1% das 913 pessoas que utilizaram os serviços da EXIT no ano passado moravam no exterior.
A lei suíça tolera o suicídio assistido quando os próprios pacientes cometem o ato e os ajudantes não têm interesse declarado em sua morte. O suicídio assistido é legal no país desde a década de 1940.
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